21 teólogas negras que você precisa conhecer

O processo de descolonização da nossa própria teologia e espiritualidade se passa pela alteração e abertura fronteiriça de referencias de vida, teóricos, epistemológicos. Não podemos fazer uma teologia libertária se continuamos com nossos olhos virados para o Norte. Pisar no nosso chão e, de fato, escolher olhar, escolher sentir a terra, o sofrimento, a dor. Reconhecer as águas “invisíveis”-normativas do privilégio branco, e nadar sentindo isso. Quantas teólogas negras você conhece? De quanta teólogas negras você bebe?

Um breve guia para lermos e co-inspirarmos com nossas irmãs de fé & luta, conhecer mais sobre a teologia mulherista (womanist theology) e reconhecer os limites da teologia feminista e transformar para que os erros do passado não se repitam.

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Pamela Lightsey

Pamela Lightsey é acadêmica, ativista de justiça social e veterana militar, atualmente servindo como Vice-Presidente de Assuntos Acadêmicos e Professora Associada de Teologia Construtiva na Meadville Lombard Theological School em Chicago. Antes disso, ela foi reitora associada na Escola de Teologia da Universidade de Boston.

Em 2005, Pamela foi ordenada anciã na Igreja Metodista Unida, tornando-se a primeira clériga lésbica  da denominação. Como ativista, Lightsey trabalhou na comunidade LGBTQ para acabar com a política militar de “Don’t ask, Don’t tell” e garantir a igualdade no casamento. Protestou contra as forças policiais excessivas durante os primeiros 21 dias de agitação em Ferguson e tem consistentemente colaborado com colegas ativistas no movimento negro, com movimentos de resistência à violência contra mulheres negras e o racismo institucional nos campus universitários.

Suas publicações inclui o livro: “Our Lives Matter: A Womanist Queer Theology,”  possui capítulos em livros, como: “He Is Black and We are Queer” e “Reconciliation,”  Prophetic Evangelicals: Envisioning a Just and Peaceable Kingdom . Confira a entrevista que ela concedeu no youtube.

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Emilie M. Townes

Emilie M. Townes, uma clériga americana batista, lésbica, negra, é natural de Durham, Carolina do Norte. Ela possui um “Doutorado em Ministério” pela University of Chicago Divinity School e um Ph.D. em Religion i n Society and Personality  da Northwestern University. Townes é a primeira professora de Religião e Teologia Afro-americana de Andrew W. Mellon naYale University Divinity School e no outono de 2005, ela foi a primeira mulher afro-americana eleita para a linha presidencial da Academia Americana de Religião (AAR) e serviu como presidente em 2008. Em julho de 2008, ela se tornou a primeira afro-americana e primeira mulher a atuar como Reitora Associada de Assuntos Acadêmicos na Escola de Divindade.

Organizou e publicou diversas obras entre elas: “A Troubling in My Soul: Womanist Perspectives on Evil and Suffering and Embracing the Spirit: Womanist Perspectives on Hope, Salvation, and Transformation”;  também escreveu “Womanist Ethics, Womanist Hope”; “In a Blaze of Glory: Womanist Spirituality as Social Witness”;  “Breaking the Fine Rain of Death: African American Health Issues and a Womanist Ethic of Care”, e seu inovador livro, ” Womanist Ethics and the Cultural Production of Evil”

 

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Mercy Amba Oduyoye

Mercy Amba Oduyoye (nascida em 1934) é uma teóloga metodista ganense conhecida por seu trabalho na teologia da mulher africana. Atualmente, é diretora do Instituto de Mulheres Africanas em Religião e Cultura do Seminário Teológico Trinity, em Gana. É uma renomada teóloga, educadora, escritora, mentora e poeta, ela trabalhou incansavelmente para abordar questões de pobreza, assistência médica, empoderamento da juventude, direitos das mulheres, práticas culturais e religiosas destrutivas e agitação global. Ela é a fundadora do Circle of Concerned African Women Theologian, uma organização que incentiva as mulheres africanas a pesquisar, escrever e publicar seus próprios livros e artigos sobre “questões africanas” e outras questões.

Conheça suas obras: Hearing and Knowing: Theological Reflections on Christianity in Africa Eugene, Or.: Wipf and Stock Publishers, 1986; ‘Women and Ritual in Africa’ in The Will to Arise: Women, Tradition, and the Church in Africa (1992); ‘Feminist Theology in an African Perspective’ in Paths of African Theology (1994) ; Daughters of Anowa: African Women and Patriarchy Maryknoll, NY Orbis Books 1999; Beads and Strands: Reflections of an African Woman on Christianity in Africa Maryknoll, New York : Orbis Books, 2004

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Ana Luisa Alves Cordeiro

Doutora em Educação e Graduanda em Administração, pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB-MS). Mestra em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO/2009). Bacharel em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO/2007). Bolsista da ADVENIAT (Alemanha) durante o Mestrado. Pesquisadora do Centro de Estudos, Pesquisa e Extensão em Educação, Gênero, Raça e Etnia (CEPEGRE/UEMS). Membro do Grupo de Pesquisa em Educação, Gênero, Raça e Etnia (GEPEGRE-CNPq-UEMS), desde 2011 e vice-líder no período de 2011 a 2014. Více-líder do Grupo de Estudos e Pesquisa Políticas de Educação Superior/Mariluce Bittar (GEPPES/MB-UFMS), desde 2014 e membro desde 2013; Membro do Grupo de Pesquisa Educação Superior e Relações Étnico-Raciais (GPESURER-UFRRJ), desde 2015.

Suas pesquisas foram nas temáticas “Recuperando o Imaginário da Deusa: estudo sobre a divindade Aserá no Antigo Israel” (2009); “Políticas de Ação Afirmativa: implicações na trajetória acadêmica e profissional de afro-brasileiros/as cotistas egressos/as da UEMS” (2014). Seu livro publicado “Onde estão as deusas? Asherah, a deusa proibida, nas linhas e entrelinhas da Bíblia” (2011).  Publicou artigos como “Fortalecendo a mística a partir de uma leitura afro-descendente de Gn 1,1-2,4a” (2008); “Asherah, a Deusa Proibida.” (2007); “Representação Feminina do Sagrado: entre imaginário, violência e recuperação simbólica” (2013); “O Imaginário Feminino da Divindade como caminho de empoderamento das mulheres” (2008).

A imagem pode conter: Ana Luisa Cordeiro


 

Lilian Conceição da Silva

Lilian Conceição da Silva, nordestina, doutora em Teologia, reverenda há 18 anos pela Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, ativista negra, feminista e militante. Pós-Doutorado em Educação, Culturas e Identidades, pela a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e pela Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), com pesquisa sobre os protagonismos e agenciamentos de mulheres negras em suas organizações no Nordeste brasileiro, sob a supervisão da Profa. Dra. Denise Botelho (UFRPE). (O artigo final da pesquisa pós-doutoral será submetido à Revista Estudos Teológicos, com qualis A2 em Teologia). Doutora em Teologia, na área Religião e Educação, com pesquisa desenvolvida em comunidade-terreiro do Batuque do Rio Grande do Sul, com enfoque nas ações educativas e nos processos pedagógicos para o empoderamento de mulheres negras numa perspectiva afrocentrada para superação da violência de gênero. Mestra em Teologia, com pesquisa sobre as ações educativas do Centro Ecumênico de Cultura Negra (CECUNE) – a dissertação de mestrado será publicada e lançada em junho de 2019, na Costa Rica, pela Editor da Universidade Nacional da Costa Rica (UNA). Especialista em Educação de Jovens e Adultos na Diversidade, com pesquisa em comunidade quilombola rural de Capororocas/. Atualmente, graduanda em Pedagogia na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Temas de pesquisa: relações étnico-raciais na educação; interseccionalidade de gênero e raça na educação; raça, racismo, racialidade e etnicidade; feminismos, feminismos negros, gênero e violência de gênero; teologia feminista; diversidade religiosa. Pesquisadora e co-coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Raça, Gênero e Sexualidades Audre Lorde – GEPERGES Audre Lorde/UFRPE/Recife/PE, e pesquisadora do Núcleo de Pesquisa de Gênero – Programa de Gênero e Religião (Faculdades EST, São Leopoldo/RS).

ProduçõesPrevenção E Enfrentamento À Violencia De Genero (2014);  A Educação como meio de combater o racismo. Identidade! , v. 06, p. 15-20, 2004.;  Negritude e Branquitude: Razões da (des)igualdade.. 1. ed. São Leopoldo: CECA; CEBI., 2010. v. 1.; Pluralismo Religioso e Direitos Humanos. 2015. 96p .

A imagem pode conter: Lilian Guarani-Kaiowá Lira, sorrindo


Sônia Mota

A Reverenda Sônia Gomes Mota, da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil. Graduada em teologia pelo Instituto de Educação Teológica da Bahia (ITEBA), em 1992, onde iniciou sua caminhada ecumênica inter-religiosa. Licenciou-se em filosofia na Universidade Federal da Bahia em 1997. Primeira pastora ordenada pela Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU). Em 2003, tornou-se mestre em teologia, pelo Instituto Ecumênico de Pós Graduação da Faculdade da Escola Superior de Teologia em São Leopoldo, Rio Grande do Sul na área de História da Igreja. Foi assessora de ecumenismo e coordenadora executiva no CECA – Centro Ecumênico de Capacitação e Assessoria e hoje ocupa o posto de Diretora Executiva na CESE- Coordenadoria Ecumênica de Serviço.

Organizadora de diversos livros em parceria com o CEBI, como  Juventude Superando a Violência; Mulheres e a Reforma Protestante; Ecumenismo e Feminismo – Parcerias da casa comum  – Religiões e Democracia: entrevista com Sônia Mota: https://www.cese.org.br/acervo/2017/religioes-e-democracia-entrevista-com-sonia-mota/


Eliad Dias dos Santos

Eliad Santos é pastora Metodista. Possui mestrado em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo (1998). Tem experiência na área do Terceiro Setor, com ênfase nas áreas de etnia, gênero,diversidade sexual. Perseguida pela própria Igreja Metodista do Brasil, Eliad segue resistindo e fazendo trabalhos sociais e teologia prática com a sua paróquia: acolhimento de mulheres imigrantes, pessoas e famílias LGBTI+; enfrentamento do racismo estrutural na igreja e sociedade.

Conheça seu trabalho: Genero e Diversidade sexual percursos e reflexões na construção de um Observatório LGBT. 323. ed. São Paulo: Ponocom, 2016. v. 1. 8p .; Religiões em Diálogo: Violência contra as mulheres. 1. ed. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 2009; Trans;Derme. Uma performance sobre o feminino,a repressão e a violência sobre o corpo feminino. 2017.

http://www.expositorcristao.com.br/igreja-metodista-da-luz-aprova-projeto-para-acolher-mulheres-e-criancas-migrantes-e-refugiadas

 

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Lisa Sharon Harper

Harper obteve seu diploma de mestrado em Direitos Humanos pela Universidade de Columbia, na cidade de Nova York, e atuou como diretora de engajamento da igreja. Nessa capacidade, ela jejuou por 22 dias como em 2013 para reforma da imigração – Fast for Families. Ela treinou e catalisou evangélicos em St. Louis e Baltimore para pressionar e protestar pela justiça em 2014 em Ferguson e o processo de cura de 2015 em Baltimore, e educou líderes religiosos na África do Sul a puxar as alavancas da democracia para a igualdade racial e a inclusão econômica .

Autora de diversos livros: Evangelical Does Not Equal Republican…or Democrat (The New Press, 2008); Left Right and Christ: Evangelical Faith in Politics (Elevate, 2011); Forgive Us: Confessions of a Compromised Faith (Zondervan, 2014); The Very Good Gospel: How Everything Wrong can be Made Right (Waterbrook, a division of Penguin Random House, 2016).

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Lídia Maria de lima

Possui Licenciatura em Pedagogia pelo Claretiano Centro Universitário (2018); Bacharelado em Teologia pela Universidade Metodista de São Paulo (2009), e Bacharelado em COMUNICAÇÃO SOCIAL/JORNALISMO – FIZO – Faculdade Integração Zona Oeste (2004) e mestrado em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo (2012).  Atuando principalmente nos seguintes temas: Trabalho de conclusão de curso; pesquisas em gênero; questões etno-raciais; trânsito religioso, aconselhamento pastoral e violência doméstica.

Produções:  Gestação: medos e mudanças. Mosaico Apoio Pastoral , v. 25, p. 3-5, 2017;  Entre o amém e o axé – O trânsito religioso de mulheres entre o protestantismo e as religiões afro-brasileiras. (2010); Hermenêutica Negra e Feminista: outras possibilidades de leitura da Bíblia. 2017.
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Maricel Mena López

Maricel Mena López é escritora, pesquisadora e escritora colombiana. É formada em ciências religiosas pela Pontificia Universidad Javeriana em Bogotá, Colômbia, mestre em ciências da religião pela Universidade Metodista de São Paulo, Brasil, e doutora em ciências da religião pela Universidade Metodista de São Paulo com uma tese sobre as raízes afro-asiáticas das origens de Israel. Foi a primeira doutora negra em teologia na América Latina.

É autora, entre outros, dos seguintes livros:Panorama Bíblico Latinoamericano, publicado en 2010; Espiritualidad Justicia Y Esperanza Desde Las Teologías Afro-Americanas Y Caribeñas, publicado en 2009; Cuestión De Piel: De Las Sabidurías Hegemónicas A Las Emergentes, publicado en 2008; y Abrindo sulcos – para uma teologia afroamericana e caribenha, publicado en 2004.

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Delores S. Williams

Delores Seneva Williams (nascida em 1937) é uma teóloga presbiteriana americana, notável por seu papel  no desenvolvimento da teologia mulherista (womanist theology) e mais conhecida por seu livro Sisters in the Wilderness. Delores adotou o termo “womanist” de Alice Walker, que era diferenciava do feminismo, com foco nas mulheres, principalmente nas mulheres brancas. Delores Williams influenciou a teologia, no passado e no presente, trazendo outras perspectivas que quebram com a supremacia branca teológica.

Suas obras de destaque:Sisters in the Wilderness (1993);  Women’s oppression and lifeline politics in black women’s religious narratives”. Journal of Feminist Studies in Religion. (1985);   “Womanist/feminist dialogue: problems and possibilities”. Journal of Feminist Studies in Religion.;  A Study of the Analogous Relation Between African-American Women’s Experience and Hagar’s Experience: A Challenge Posed to Black Liberation Theology (PhD thesis). New York: Union Theological Seminary

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Katie Geneva Cannon

A Rev. Dra. Katie Cannon, a primeira mulher negra a ser ordenada em um dos principais ramos do Presbiterianismo United Presbyterian Church (USA) (1974) ;estudiosa e inovadora que  ajudou a elevar a perspectiva das mulheres negras na igreja e no pensamento acadêmico. Cannon era uma mulher de muitos primeiros, incluindo a primeira mulher negra a receber um PhD do Union Theological Seminary (1983). Cannon era uma voz fundamental na teologia mulherista,  que busca escapar das visões centradas em homens e brancos da religião e da ética e valorizar as experiências e insights das mulheres negras nessas áreas.

Obras: “Black Womanist Ethics” (1988); God’s Fierce Whimsy: Christian Feminism and Theological Education (1985);  Teaching Preaching: Isaac Rufus Clark and Black Sacred Rhetoric (2002);

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Jacquelyn Grant

Jacquelyn Grant nasceu em Georgetown, Carolina do Sul, em 19 de dezembro de 1948. Frequentando a escola católica em tenra idade, Grant mudou-se para escolas públicas, formando-se na Howard High School em 1966. A partir daí, frequentou o Bennett College, o Turner. Seminário Teológico em Atlanta, Geórgia, e obteve seu Ph.D. do Union Theological Seminary, em Nova York.

Grant se envolveu com o Programa de Estudos da Mulher na Harvard Divinity School dentro do Programa de Pesquisa da Mulher em 1977. Seu envolvimento levou à criação do Programa de Estudos da Religião da Mulher, e permaneceu lá até 1979. Grant fundou o Centro para Mulheres Negras em Igreja e Sociedade no Centro Teológico Interdenominacional em 1981, onde continua atuando como diretora e professora. Como ministra praticante, Grant atuou como ministra assistente na Igreja Episcopal Metodista Africana de Flipper Temple, de 1980 a 1982. Atualmente, é ministra assistente na Igreja Episcopal Metodista Africana da Vitória, em Atlanta.

Autora de sucesso, Grant escreveu ou editou vários livros, incluindo White Women’s Christ and Black Women’s Jesus: Feminist Christology and Womanist Response, o livro mais vendido de todos os tempos lançado pela Scholars Press e seu livro mais recente, Perspectives on Womanist Theology. Grant recebeu o Prêmio do Ministério Dr. Martin Luther King Jr. em 1986 e foi nomeada a Mulher do Ano em Religião pela Irmandade Iota Phi Lambda.

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Musimbi Kanyoro

Kanyoro nasceu no condado de Migori, no Quênia. Ela freqüentou a escola para meninas da Alliance no Quênia e atribui o fato de estar em um espaço exclusivo para meninas como uma maneira poderosa de construir e moldar a confiança em seus primeiros anos de vida. Ela obteve um diploma de graduação da Universidade de Nairobi e um doutorado em lingüística da Universidade do Texas em Austin. Em seu segundo doutorado, Kanyoro estudou teologia feminista no Seminário Teológico de São Francisco. Ela recebeu três doutorados honorários. Ela também foi uma professora visitante de hebraico e do Antigo Testamento em Harvard.

Musimbi Kanyoro foi Presidente e CEO do Global Fund for Women de 2011 a 2019. Ela é reconhecida globalmente por sua liderança em organizações e iniciativas que promovem os direitos humanos de mulheres e meninas e em filantropia para comunidades. Musimbi é apaixonado por usar a filantropia e a tecnologia para promover mudanças sociais.

Artigos e vídeos: Women and girls hold the key to ending gender-based violence;  Technology is a Women’s Human Rights Issue; Defending Earth Every Day With Women Around The World; No exceptions for health and rights: Women’s movements hold the key to get the world we want. TedTalks: Musimbi Kanyoro: To solve the world’s biggest problems, invest in women and girls

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Fulata L. Moyo

Fulata L. Moyo, 1961, nascida em Malawi, é uma ativista da justiça de gênero e acadêmica que trabalha para o Conselho Mundial de Igrejas como executiva do programa para mulheres na igreja e na sociedade. Foi  professora visitante em Estudos da Mulher e Religiões Africanas na Harvard Divinity School. Foi editora convidada da International Review of Mission (abril de 2015) e da Ecumenical Review (outubro de 2012) e co-editou Women Writing Africa: Eastern African Region (2007). Ela recebeu seu doutorado na School of Religion and Theology da Universidade de KwaZulu-Natal, África do Sul, com estudos adicionais na Divinity School e no Departamento de Saúde Pública da Universidade de Yale.

Obra e entrevista: Women Writing Africa; A Discussion with Fulata L. Moyo, World Council of Churches.

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Karen Baker-Fletcher

Karen Baker-Fletcher é professora de teologia sistemática na Perkins School of Theology em Dallas, Texas. Obteve seu Ph.D. na Harvard Graduate School of Arts and Sciences, Theology and Literature, 1991. É pesquisadora de teologia mulherista, feminista, gênero e religião, Teologia da libertação afro-americana. Listada como uma dos 15 principais líderes religiosas em questões ecológicas pela revista Grist, 2007; Membro do Grupo de Trabalho para Teologia Construtiva; Membro do Conselho, International Process Network; Membro da Sociedade para o Estudo da Religião Negra (SSBR).

Principais obras: Dancing With God: A Womanist Perspective on the Trinity (St. Louis: Chalice Press, 2006; 2007);  Sisters of Dust, Sisters of Spirit: Womanist Wordings on God and Creation (Minneapolis: Fortress Press, 1998); Baker-Fletcher, Karen, with Baker-Fletcher, Garth Kasimu, My Sister, My Brother: Womanist and Xodus God-talk (Maryknoll: Orbis, 1997); A Singing Something: Womanist Reflections on Anna Julia Cooper (New York: Crossroad, 1994).

Karen Baker-Fletcher


Renita J. Weems

A Dra. Renita J. Weems é uma estudiosa bíblica, acadêmica, escritora, ministra ordenada e intelectual pública, cujas idéias acadêmicas sobre a fé moderna, os textos bíblicos e o papel da espiritualidade na vida cotidiana a tornam muito procurada, como escritora e palestrante. Ordenada anciã na Igreja AME desde 1984, o Dr. Weems escreveu sobre o crescimento e a diminuição da fé que todos os crentes enfrentam na jornada espiritual.

Dr. Weems obteve seu diploma de graduação na Wellesley College em Wellesley, MA, e seu mestrado e doutorado do  Princeton Theological Seminary em Princeton, NJ. Sua graduação em 1989 com um Ph.D. nos estudos do Antigo Testamento de Princeton, ela foi a primeira mulher afro-americana a obter um doutorado no Antigo Testamento. Dr. Weems é autora de vários livros amplamente aclamados sobre espiritualidade e integridade das mulheres, como: “Just A Sister Away” (1987 & 2005), “I Asked for Intimacy” (1993), “Showing Mary: How Women Can Share Prayers, Wisdom, and the Blessings of God” (2003), e “What Matters Most: Ten Passionate Lessons from the Song of Solomon” (2004); “Black Stars: African American Religious Leaders,” (2008).

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Cheryl Sanders

Cheryl é professora de Ética Cristã na Howard University School of Divinity, onde ministra cursos de ética cristã, ética pastoral e espiritualidade afro-americana. Ela é pastora sênior da Igreja de Deus da Third Street em Washington, DC desde 1997.

Cheryl tem ministrado nacional e internacionalmente por mais de 30 anos como pregadora de cultos, reuniões de acampamento, convenções, conferências e avivamentos. Ela foi homenageada como uma anciã na edição de outono de 2005 do The African American Pulpit: Those Preaching Women. É autora de mais de 100 artigos e vários livros, incluindo Ministry at the Margins, Saints in Exile, and Empowerment Ethics for a Liberated People.

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 Shawn Copeland

Mary Shawn Copeland (nascida em 24 de agosto de 1947) é Professora Emerita de Teologia Sistemática no Boston College. Ela é conhecida por seu trabalho em antropologia teológica, teologia política e teologia católica afro-americana. Copeland recebeu seu B.A. em inglês, em 1969, pelo Madonna College, em Michigan, antes de concluir seu doutorado em teologia sistemática em 1991, pelo Boston College. Copeland ocupou cargos na Universidade Xavier da Louisiana, na Yale Divinity School e na Marquette University. Ela trabalhou como professora adjunta no Departamento de Teologia da Boston College por vários anos e ingressou em 2003 como Professora Associada de Teologia Sistemática, tornando-se Professora Titular em 2013. Aposentou-se e tornou-se professora Emerita em 2019.

Principais trabalhos: Enfleshing Freedom: Body, Race, and Being (Fortress Press, 2010);  The Subversive Power of Love: The Vision of Henriette Delille: The Madeleva Lecture in Spirituality (Paulist Press, 2009); Uncommon Faithfulness: The Black Catholic Experience. With LaReine-Marie Mosely and Albert Raboteau (Orbis Books, 2009).

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Silvia Regina de Lima Silva

Silvia Regina de Lima Silva é brasileira, teóloga, biblista. Ela se juntou à equipe de pesquisa do DEI desde 2001; Atualmente, ela é diretora e participa da equipe de Bíblia e Teologia do Programa de Formação. Ela publicou livros na editora DEI, bem como artigos nas etapas da revista. Ela também realiza estudos no doutorado em Estudos da Sociedade e Cultura, com o tema: “Modernidade, Colonialidade e Teologia”. Ela é membro da ASETT (Associação Ecumênica de Teólogos do Terceiro Mundo) e trabalhou com grupos de Leitura Popular da Bíblia e com Teologia Negra na América Latina.

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Monica A. Coleman

Monica A. Coleman (nascida em 1974) é uma teóloga contemporânea associada à teologia de processos e teologia feminista. Ela é professora associada de teologia construtiva e religiões afro-americanas na Claremont School of Theology e professora associada de religião na Claremont Graduate University. Atualmente, é uma das co-diretoras do Center for Process Studies. Seus interesses de pesquisa são em metafísica whiteheadiana, teologia construtiva, teologia filosófica, teologia metafórica, teologias negras e feministas, religiões afro-americanas, religiões tradicionais africanas, teologia e violência sexual e doméstica e saúde mental e teologia.

Autora e organizadora de obras como: The Dinah Project: A Handbook for Congregational Response to Sexual Violence, Pilgrim Press, 2004; Making a Way Out of No Way: A Womanist Theology, Minneapolis: Fortress Press, 2008; Creating Women’s Theology: A Movement Engaging Process Theology, (edited with Nancy Howell and Helene Tallon Russell), Eugene, OR: Pickwick, 2011.Not Alone: Reflections on Faith and Depression – A 40-Day Devotional, Culver City, CA: Inner Prizes Inc, 2012.;Ain’t I A Womanist, Too?: Third Wave Womanist Religious Thought, (edited), Minneapolis, MA: Fortress, 2013. Bipolar Faith, Minneapolis: Fortress Press, 2016.

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