sobre ser

Angelica Tostes24 anos. Um paradoxo. Uma antítese. Uma incerteza. Sou uma poesia cerebral. Sou o que já fui. E sou o que ainda serei. Hoje, apenas vivo. E sou. Mas, não sei o que sou. Sou a fluidez de pensamentos. Sou a brisa. A névoa. A neblina. Estou aqui, hoje. Amanhã, já não posso dizer.

homo lattes > CV

“eu gosto de quando ela fecha os olhos no meio da tarde enquanto o sol ainda arde. e gosto quando ela ferve folhas quando o sol cai. gosto do frio da xícara de cerâmica, gosto da moleza do lençol que a cobre.
eu gosto dela quando tudo o que existe se projeta sobre seu corpo e ela tenta lidar com o desequilíbrio das forças de existir e faz disso uma dança, uma perda, um artigo, um sopro num café quente, um brinde de cerveja, uma piada, um mantra, um dois três mil incômodos e milhares milhões e bilhões de invenções. gosto dela quando ela mede espaços em anos-luz.
ela lista coisas infazíveis e eu gosto quando ela fala de mim dizendo “verdadeiramente és um deus que te ocultas…” e eu balanço a cabeça porque concordo. ela gosta.”

(Angelica por Maria Isabel Galdino)

flor

2 pensamentos sobre “sobre ser

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s