alegria

“Às vezes a alegria bate à porta. Quando isso acontece, deixo ela entrar. Uma vez na minha vida, trato a alegria apenas como uma visita. Sei que ela não ficará por muito tempo. Sei definitivamente que ela não ficará para sempre. Sei que a alegria é temporária. Não a tento prender. Ela eventualmente irá embora. Inevitável. A transitoriedade da alegria é inevitável. A impermanência de todas as coisas é inevitável. Não sofro com a partida da alegria. Me contento em alegrar-me com a sua visita. Ao invés de me entristecer com o seu fim. Me aqueço na lembrança de ter estado em sua companhia. Enquanto isso, mantenho a porta aberta. Consciente de que tudo que vem, vai.” 

Marcelo Sando

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